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Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

7 anos e pico de Gato Pardo é muito...

31.10.13publicado por Gato Pardo

Talvez motivado pelas recém adquiridas 200 cápsulas de café, hoje dei por mim com as seguintes questões em mente...

Há quantos anos é que eu escrevo na blogosfera? Onde é que eu deixei o isqueiro? Quando é que p*ta da vizinha do lado pára de ter distúrbios psicóticos e deixa de pensar que é a Amália Rodrigues às 3 da matina?

As duas últimas questões permanecem um mistério. A primeira fui aos arquivos fazer um pouco de pesquisa.

Redescobri muita coisa que nem me recordava mais de ter escrito. Coisas que me surpreenderam de ter escrito, outras que desejei nunca o ter feito e decisões precipitadas que tomei que determinaram o encerrar do primeiro projecto a quatro mãos que tive (e no qual foi um verdadeiro prazer colaborar), sendo que só muito recentemente aceitei novamente algo do género (e apenas pelo facto da minha companheira de escrita ser das pessoas que mais prezo nesta vida).

O Gato Pardo no conjunto das suas duas versões perfaz sete anos e mais uns trocos. Sete anos de um imenso prazer obtido na escrita. Mas outros projectos antecederam a chegada do Gato à blogosfera. Foi engraçado rever o trajecto literário até este dia. Admito, houve textos em que me ri sozinho (sim, sou apanhado da mona. Processem-me...) da mesma forma que muito poucos foram aqueles que me trouxeram as lágrimas aos olhos. Porque há contextos que apenas eu sei o seu alcance, jogos de palavras unicamente feitos para o meu entender.

Admito, perdi um pouco a noção do tempo. Perdi mais que isso também. Muita gente partiu, outras pessoas surgiram e tomaram o seu lugar na minha vida literária. Poucos foram os priveligiados que quebraram a barreira do virtual. A eles, a minha vénia. Sou o gato mais insuportável que alguma vez pensaram ter de gramar na vida deles. Mas são insubstituíveis na minha.

7 anos...Quem diria? Eu não... Mas enquanto houver sexo, whisky, tabaco, Margarida Rebelo Pinto, mais sexo e os homens não souberem estimular devidamente o ponto G eu terei sempre material de escrita. Ainda conto cá estar uns bons tempos.

Mas foi giro recordar.

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